Reunir várias paixões num mesmo projeto é tarefa daquelas que parecem acontecer como num desenho animado. Depois da primeira ideia vem outra que complementa a primeira e, logo atrás, a terceira que arremata tudo numa unidade tão perfeita, que parece ser resultado de um plano bem arquitetado anteriormente. Gosto ainda mais assim, sem planejamento algum, numa sequência de soluções que aparecem na hora H.
A tarde de sábado rendeu bons momentos nesse tom de encaixes, tudo com sabor de chocolate. Companhia do sobrinho Bruno + ideia de preparar bolo de chocolate + orientação culinária da amiga Laély pelo Facebook + receita perfeita + fez-se a luz para a decoração. O Bolo Fudge, do Panelinha (aqui), conquista até quem não é fã de chocolate (eu!). Com gosto bem acentuado, optamos por deixá-lo purinho, sem a cobertura de ganache, para amenizar o exagero "chocolístico". Mas, bolo pelado, tão na moda, só fica bonito mesmo quando recheado e decorado no topo. Olhei pra ele e a solução piscou pra mim. Estêncil é sempre uma carta meio mágica na manga pra enfeitar tantas coisas, também bolos. E como tenho vários snowflakes guardados do Natal, foi só escolher um com desenho mais aberto pra criar a decoração mais vapt-vupt da confeitaria. ![]() |
Centralizei a mandala vazada e polvilhei açúcar de confeiteiro. Várias camadas para a superfície ficar bem nevada.
Depois, momento do desafio: retirar o estêncil num golpe de mestre para não estragar o gráfico, nem deixar cair a sobra do açúcar que se deposita sobre ele. Com jeitinho, sempre dá certo.
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domingo, 4 de agosto de 2013
Mandala também no bolo!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Mandalas aqui, ali, acolá!
Os pezinhos foram pintados como a Ana Matusita ensina aqui, na versão do seu banquinho fofo com crochê.
Tendência que a gente acaba se encantando, esse detalhe faz uma diferença e tanto, não?
Arrematei com pomponzinhos, coringa dos acabamentos.
E ficou assim... Namoro recente, não me canso de admirá-lo.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
"Mandalando" em feltro
Então entraram em cena botões, perolinhas...
e crochê.
Tons de algodão-doce voaram pra longe para pousar no peito de outra amiga de coração colorido.
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| Mas pensando bem, esta historinha começou mesmo em outro junho frio, pelo presente da Helena, que hoje nos faz pensar nos caminhos da criatividade lá no Quilts são Eternos. Vale conferir as questões levantadas por essa mestra das palavras que se mescla tão bem com a crafteira de mão cheia. |
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Mandala no banquinho e algumas lições
Lembram dos snowflakes da minha árvore de Natal? Pois é, gostei tanto deles, que resisti a guardá-los junto com as bolinhas e outros enfeites e fiquei à espera de uma boa ideia para reutilizá-los. Há semanas, talvez por invejar as nevascas do hemisfério norte, lembrei deles e se acendeu a luzinha aquela que nos move nas manualidades. Mas, como quase sempre, faltava material e tempo para testar o projetinho.
Começamos preparando a peça escolhida para cobaia, um banco bem velhinho. Pintamos os pés de branco e o assento, de azul, tudo com "sprayzadas" descompromissadas, com a intenção de conseguir um resultado mais rústico. Como a tinta seca rápido, minutos depois centralizei a mandala na superfície, ainda um pouquinho de nada úmida, o que ajudou a fixar levemente o recorte de papel.

Com pequenos jatos de tinta de branca, cobri o centro e fui esfumaçando para as bordas. Daí foi só segurar nossa ansiedade e aguardar uns minutinhos para retirar a máscara (com pinça) e ver a mágica.

O efeito positivo-negativo sempre me encanta, e dessa vez não foi diferente. Gostei também dos pontinhos mais carregados de tinta, resultado da falta de jeito com o spray. Parecem estrelinhas, não? O sombreado de algumas áreas acontece quando o estêncil não fica bem fixado, mas isso não me incomodou. O resultado surpresa é uma curtição, sem falar que é um treino bacana para os controladores aprenderem a deixar a coisa acontecer de maneira espontânea.

O trabalho é muito fácil, bem de acordo com a paciência que anda curta nesses dias beirando 40 graus nesse Estado tão badalado pelo inverno. Castigada pela ressaca do verão, estranho pensar que para muitos o calor é combustível para a folia de Carnaval. Não só para os foliões e amantes da estação do sol, também na natureza, a seca e as altas temperaturas são fermento para algumas espécies. A bougainvillea na frente de casa é exemplo vivo e muito colorido de que todos os tempos guardam suas belezas. Tento assimilar a lição.

Esta rainha forte (seria de Ouros, Cacau?), que chegou aqui bebê, em poucos anos entrelaçou-se de tal modo no antigo pinheiro, que acabou por roubar-lhe a vida. Faltou dar-lhe limites, eu sei, e também essa é característica a ser melhor trabalhada. Lamento por ele, plantado pelo sogro que também já se foi há mais de 30 anos, mas...

... não posso negar o deslumbramento que sua majestade me contempla da manhã à noitinha com seu maciço de flores "cor-de-maravilha" sempre ao alcance do meu olhar. Um cenário exuberante para a janela da sala/cozinha, reduto onde passo a maior parte das horas dessa vida doméstica intensificada pela mudança de rotina desde a "aposentadoria" e a vinda da mãe para nossa casa.
Que tenhamos olhos espertos, bem abertos, para os tantos recados que o cotidiano nos oferece. Amém.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Mandala de rolinho
Nada como o entusiasmo de um menino com a primeira experiência com um tubo de tinta spray para fazer a brincadeira andar ligeirinho. Essas horinhas boas aconteceram numa tarde lá de dezembro, mas acabaram esquecidas na pasta dos nossos trabalhos compartilhados. Na falta de novidades para mostrar aqui, justificada pelo calor insano desse fevereiro que leva embora toda e qualquer inspiração, lembrei da mandalinha confeccionada a quatro mãos com Bruno.
Primeiro cortamos os rolinhos de papel higiênico em "fatias". Depois, apertamos as pontas dos aros para ganharem forma de pétalas. Colamos em torno de um miolo, formando uma mandala-flor e seguimos com mais "gomos" na segunda carreira. Com a pressa do parceiro para chegar à etapa mais aguardada, a pintura!, a simetria deixou muito a desejar, mas como era só uma brincadeira, me policiei para deixar de lado o olhar certinho e curtir a criação livre. Tarefa difícil para uma detalhista, um pouco mais fácil quando se tem ao lado a agilidade infantil de um geminiano, ansioso como ele só. Finalizei colando bolinhas de guardanapo de papel no miolo, tarefa essa que Bruno passa adiante sem pensar, já que tomou um fartão de trabalhinhos com papel amassado nos anos de pré-escola.E o resultado ficou assim...


Pendurada na janela, como mais uma tentativa de esconder a grade feiosa, infelizmente necessária, nossa flor vermelha guarda mais um retrato dessa cumplicidade colorida que tanto me faz bem.
Que a gente se deixe contagiar pelos boas parcerias, sempre. Amém.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Encaixotando as "bolachonas"
A produção pequena das mandalas neste final de ano passou hoje pela última etapa e a pilha de caixinhas coloridas enche agora meu peito da sensação gostosa de missão cumprida.






Como em toda "fornada", também dessa vez me perdi de amores por uma mandala em especial. Eis a xodó da vez...
transparente, com flores foscas, imitando vidro jateado...




























