Com quantos corações entusiasmados se faz uma decoração delicada? Neste caso, dois diretamente envolvidos em pontuar o espaço campestre da festa com mimos iluminados. Para isso, escolhemos usar, sem abusar, as toalhinhas de papel, um verdadeiro coringa para inúmeras possibilidades. As doilies miúdas, em formato de coração, enfeitaram os fios de luzinhas e emolduraram o grande vão do salão. Mais simples impossível. Um furinho na toalha onde se passa a lampadinha, sem necessidade de uso de cola.
Para as mesas, montamos luminárias com taça de espumante como base envolvida em doile versão guardanapo rendado cor de rosa, retangular. Pinguinhos de cola são suficientes para fixar. Dentro do copo, uma velinha. Em julho, quando acabara de bolar a ideia, os pequenos abajures, em duas versões, renderam uma publicação na Zero Hora, com PAP.
Dispensamos toalhas de tecido e optamos por papel pardo em tiras, como passadeiras, para vestir as mesas, e para demarcar os lugares, toalhas redondas sobrepostas.
O jogo do circular com os retângulos de base criaram uma harmonia interessante.
À noite, depois de muito suspense, finalmente pudemos nos encantar com o efeito das luzes acesas junto aos vazados.
Gosto de acreditar que assim como se formata um ambiente, uma festa, também na vida as pessoas têm seu tempo para chegarem e ocuparem seu espaço, muitas delas, acrescentando luz aos nossos dias.
"Um fio invisível vermelho conecta aqueles que estão destinados a se encontrar, independentemente do tempo, lugar ou circunstância. O fio pode esticar ou se emaranhar, mas nunca vai se romper." (provérbio chinês)
No próximo post, as flores (lindas) da festa! Que elas nos inspirem a fazer de setembro um tempo colorido. Amém.







