sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Cartões vapt-vupt

A uma semana do Natal, bem que adoraria ganhar um par de mãozinhas auxiliares para dar conta ao menos da metade dos projetos que sonhei realizar para presentear. Mas ainda não me dei por vencida. Espero encontrar um truque para por fermento nos dias e fazer das horas passos para ver mais algumas coisinhas ganharem forma. Então, na reta final, é preciso ter um pouco mais de juízo, deixar de lado tarefas complicadas e demoradas e partir para trabalhos rentáveis. Se a opção é oferecer também alguns mimos comprados, não me frustro tanto se eles foram acompanhados de um cartão nascido no meu quartinho de trabalho (não queiram imaginar o estado de calamidade do pobre coitado, abrigando materiais de não sei quantas técnicas, passando da costura às tintas das mandalas, dos banquinhos à caixa de sucatas "com potencial"... rs) .
Depois de tantos anos garimpando ideias para repassar às crianças no Sininho, tenho o olhar treinado para as manualidades fáceis de executar. Foi ele que brilhou quando viu o PAP da Flávia, do Decoracasas, para fazer estes cartões simples e elegantes. A matéria-prima não pode ser mais acessível: bandejinha de isopor, cortadores de biscoitos, tinta à base d´água, papel cartão.
Em menos de 30 minutos, fiz vários deles para deixar um recadinho aos meus queridos. E você, tem meia horinha do final de semana para personalizar os presentes?
A brincadeira está aqui.
Divirtam-se!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Varais do tempo


Nosso último domingo foi daqueles dias que sabemos de antemão entrarão para a história prometendo que jamais o esqueceremos. Depois de muitos anos passando as festas cada um no seu ninho, reunimos irmãos, cunhados, tios e primos da família do marido para uma confraternização antecipada de Natal. E para trazer o tempo de volta, penduramos imagens da velha e boa época das crianças pequenas, vizinhas, convivendo diariamente num vaivém entre as casas e quintais, e também dos avós, que hoje moram no céu. Corações dos pais se derreteram na frente de seus filhotes dando os primeiros passos em direção à escalada dos anos, que mal sabíamos, pegaria uma velocidade tão grande. Corações dos primos se enterneceram ao se reverem tão próximos, cúmplices, amigos.
O dia também assinalou com exclamação os 30 anos! de nosso casamento, e outro varal reuniu registros dessa caminhada compartilhada por quase 4 décadas, e ganhou ares de troféu. Lá fora, o almoço tradicional dos gaúchos fica sob responsabilidade dos meninos e dá folga às cozinheiras.
Mas antes de dividir o churrasco nosso de cada domingo, momento da sobrinha dar voz ao que pede para ser dito em cada um de nós e, engasgados, agradecemos a união em comunhão.

Na companhia dos sobrinhos-netos, fomos em busca de outras emoções. José, Maria e Jesus pediram licença às fadas e neste Natal foram morar na casinha muito engraçada delas, sem portas e com teto de bacia de barro, num recanto do jardim. Como guardiãs da cena sagrada, postaram-se uma em cada lado das paredes externas, e para dividir tanta responsabilidade, pediram ajuda ao coelho da Páscoa, vigilante no pé da morada. À noite, as luzinhas tratam de multiplicar a graça do cenário do presépio. Em duas mesas fartas...
de sabores e conversas, um brinde à colaboração de cada um nas ideias e mão-de-obra. E acompanhando a sobremesa, a troca de presentinhos feitos em casa, única regra do grupo coeso na proposta de reduzir o consumismo desenfreado dessa época (Teresa, reconheces a caixa ali atrás?).

A criatividade também foi farta, recheada de boas surpresas e provou que, quando movidos à boa vontade, descobrimos dons para produzir e presentear com autenticidade. Textos, guirlandas, biscoitinhos (herança dessa tia às sobrinhas que muito me orgulha), bolinhos, calendários e até saquinhos de pipoca passearam pela sala entregues pelos ajudantes mirins.

Para as lembrancinhas da família anfitriã, escondidinhas aí atrás do castiçal gêmeo do da Laély, preparei muffins com casinhas de biscoitos, receitas de duas amigas que de tão sintonizadas, foram parar na mesma página do meu fiel companheiro de décadas. Os biscoitos de mel da Lu Gastal e os bolinhos da Ana Sinhana casaram com tamanha harmonia, que já teve até gente querendo encomendar. Mas este ano, a confeitaria está trabalhando apenas para o consumo interno, sorry.
Clique na imagem para pegar a receita.
As tradicionais casinhas de gingerbread eram sonho dos mais antigos nessa confeitaria doméstica. Faltavam os cortadores, mas via Submarino, consegui "importá-las" dos EUA, junto com um micro-livro que foi a maior a decepção quando chegou. Só depois da primeira remessa pronta parei de me xingar e me rendi aos encantos das pequeninas. Não são muito fofas?
Nossos convidados levaram outro mimo para casa, também com produção caseira, mas isso é assunto e surpresa para o próximo post. Parece que Papai Noel assoprou umas ideias por aqui e teremos uma promoçãozinha relâmpago rolando na semana do Natal. Fique de olho que eu fico sempre feliz em recebê-los.
Que a casa, real e virtual, continue cheia de trocas, laços renovados, abraços, inspiração... Amém!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Notícias natalinas

Foi aberta oficialmente nos últimos dias a aguardada temporada dos biscoitos em forma de pinheiros, estrelas, anjos, papais noéis e muito mais que minha valiosa coleção de cortadores permite recortar. Mas como uma invençãozinha também sempre faz bem, estes aí de cima foram modelados à mão. Rolinhos de massa, da mesma maneira que se enrola pra fazer nhoque, transformaram-se em bengalas do Papai Noel. Perfumam uma lata à espera dos outros que devem sair do forno na próxima semana. Depois serão embalados juntos e seguirão trajetos para adoçar o Natal de alguns queridos.
Empenho-me em buscar o encantamento da época seguindo essas tradições singelas e também indo ao encontro de momentos que toquem a alegria da celebração. Numa noite dessas, demos um pulinho a Dois Irmãos, no pé da serra, para curtir a beleza que aquela comunidade e a prefeitura criam no seu Natal dos Anjos. E na sossegada cidadezinha, um pinheiro gigante acendeu o brilho de nossos olhos e provocou longas exclamações a cada troca de cor. Um espetáculo por fora e por dentro provando que reciclagem bem-feita produz resultados belíssimos (as bolas imensas foram montadas com o fundo de garrafas pet).

Lá também mora Papai Noel, numa casinha muito fofa. Deixamos os guris admirando a decoração da rua e corremos para bisbilhotar a morada. Tal filha, tal mãe! Minha mãe esqueceu seus quase 80 anos na calçada e incorporou a meninice, apontando uma coisa e outra eufórica, conversando com Noel como se ali só ele fosse velhinho, posando para fotos como menina faceira. Mesmo sem foco, ou talvez justamente pelo clima mágico que a cena desfocada proporciona, enterneço-me cada vez que vejo esta imagem, que reconheço a troca de papéis, que relembro a felicidade dessa menina sendo conduzida por sua filha a momentos de fantasia. Envelhecer sem enrijecer a alma para os encantos simples da vida é lição para ser treinada desde agora (eu sei já faz tempo), é ensinamento para agradecer sempre, para sempre.

Já na ponta de um dos galhos da árvore genealógica, o neto dessa menina conheceu ontem uma "floresta" de pinheiros. Sem receio de estar incentivando-o a maus-tratos contra a natureza, fui com o sobrinho buscar nossa árvore de verdade, como sonhei nos últimos Natais passados em volta de um pinheiro de mentirinha made in China. Dona Lígia é a guardiã dessa "floresta" com mais de 4 hectares, quase no miolo da cidade. Foi ela que se incumbiu de explicar ao Bruno que na base do tronco de cada pinheiro cortado brotam mais de um, e que por isso há muitas e muitas décadas a área é coberta das grandes árvores-símbolo do Natal e seus filhotes de vários tamanhos.
Minha reserva estava lá desde o finalzinho de novembro, no papelzinho pendurado na árvore um pouco mais alta que eu
(ou seja, um filhote pequeno...rsrs).
É preciso ter paciência na "logística" do ritual.
É preciso convencer os envolvidos que o esforço será compensado com o melhor cheiro do Natal: o perfume do pinheiro, especialmente de manhãzinha. Enquanto a casa dorme, ele vai liberando seu aroma silvestre para recepcionar os moradores com um bom-dia perfumado, uma saudação-convite para se viver com mais intensidade os dias de espera pela noite feliz.
Marido e sobrinho se empenharam entre muitos ai-ai-ais e ui-ui-uis a cada encostada nos galhos espinhentos. Bruno clamou pela praticidade e questionou várias vezes se não seria mais conveniente retomarmos o pinheirinho plástico no próximo ano, mas não teve resposta. Até parece que não conhece essa tia teimosa, cheia de vontades quando o assunto é reprisar o que um dia fez o coração disparar.
Vejo a cena de fora e reconheço que também aqui trocam-se os papéis. Assumo os 9 anos do sobrinho conforme a árvore vai ganhando cor e desfio muitos e incontroláveis "Que linda!" a cada novo enfeite. E enquanto isso, o menino da era da instantaneidade, já entediado com a função, pergunta se vamos demorar muito... Mal sabe ele que continuo às voltas com o pinheiro trocando coisinhas, colocando mais algumas, espiando de longe, testando luzinhas, deliciando meus olhos com a vila que mora embaixo dele...
Mais alguns acertos e logo, logo ele estará aqui, combinado? preciso paciência com essa natalina...rsrs)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Flores e sementes no Natal

O amor às guirlandas é tanto, que sofro por antecipação assim que as coloco em seus lugares já projetando o vazio que deixarão quando voltarem para a caixa dos enfeites. Então, como o melhor é assumir as fraquezas, admito meu apego e encontro jeitinhos para não precisar me separar delas, afinal, guirlandas são lindas em todas as épocas. Esta aqui é ainda mais especial. Com seu ar provençal, nasceu num jardim respeitável e foi montada com delicadeza pelas mãos ásperas de Dona Julita. O ritual já faz parte do calendário de dezembro. Despeço-me da guirlanda do ano anterior, já um tanto desbotada, e substituo-a por uma novinha em flor. Garanto assim a presença da boa amiga nos 12 meses que virão lembrando-me o tempo de cada ciclo. Teria melhor lugar para ela morar para cumprir seu papel de sinalizadora do valor de cada hora?
Mas nem só de flores faz-se a beleza plástica dos tesouros da natureza. As sementes são outra paixão confessa. Volta e meia, volto pra casa com algumas ou muitas delas nos bolsos e bolsa. Estas gigantes, que parecem ser de uma espécie de jacarandá, foram recolhidas no chão de um piquenique pelo "sócio" Bruno. Aqui encontramos muitas delas, que ficaram dormindo por semanas no cesto onde vou juntando "coisinhas com potencial", até que foram então agrupadas no aro de vime.
"Recheei" com algumas pinhas miúdas dos pinheiros aqui de casa e finalizei com um laço dourado para mais vez equilibrar o rústico e o sofisticado.
Assim como a primeira, a simplicidade dessa guirlanda também nos fará companhia pelo 2011 afora. Trocarei a fita por uma xadrez e, com roupa campestre, estará prontinha para achar seu espaço, de preferência, bem à vista dos meus olhos.
Que nosso olhar continue se deliciando e inventando moda com os presentes da Mãe Terra. Amém!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

porque - é muito d+!

Depois de dada a largada para os preparativos para o Natal, a missão aqui é dar forma ao que me seduziu pelos blogs e revistas em diferentes propostas. Conto com uma ajuda que vale por ela só, uma parceria craft de alguns anos que não gosto nem de pensar quando perder a graça para meu "sócio". Exercitando manter os pés no aqui e agora, curto ao máximo esses capítulos natalinos com o sobrinho Bruno, que montou uma agenda com as tarefas que temos pela frente nas nossas quintas-feiras de encontro que antecedem a festa.
Então, ontem foi dia de mostrar "com quantos paus se faz um pinheiro". A ideia veio daqui, o material, da obra da área dos fundos retomada neste outro dezembro. Cinco retalhos de sarrafos de madeira, alguns bem usados, com diferentes larguras...
foram pregados a uma ripa maior, todos mantendo seu corte original. Mais algumas bolinhas coladas no avesso e, em menos de 15 minutos, tínhamos o pinheiro na parede.

Não imagino projeto mais simples, mais barato (5 pregos e 10 bolinhas compradas a 2 reais), mais interessante para o canto da sala (um pequeno acidente na hora de colocar a árvore no lugar arrebentou o cesto da balão).
E enquanto observo a casa se vestindo para receber Papai Noel, vou reconhecendo minhas facetas opostas. Se na porta tenho uma guirlanda "mulherzinha", com muitos frufus e fofuras, ao lado, uma árvore crua, quase nua, feita pela mão forte de um homem-menino, cumpre seu papel dentro da lei das energias complementares. Um yin-yang que talvez fira os princípios da decoração, mas que traz um bem-estar que compensa, e muito, transgredir as regras, mostrar mais de mim, apostar no casamento do mais com o menos.
Que o equilíbrio se "espraie" por aqui e aí também! Amém.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A casa é sua, dezembro!

Resisto à "proposta indecente" do comércio de inaugurar a temporada natalina com dois ou três meses de antecedência, como temos visto nos últimos anos. Época de saudosismo à flor da pele, quanto mais quilômetros rodados vou acumulando, mais cresce a necessidade de recuperar e preservar a graça dos Natais da infância e dos tempos do filho criança.
Enquanto espero dezembro chegar, uma incoerência grande pula à vista ouvindo a humanidade em coro reclamar da velocidade do tempo, da escassez dele, e observando o quanto colaboramos em massa para essa aceleração, antecipando ciclos, abreviando intervalos. Quantos de nós arregalamos os olhos quando nos deparamos com lojas e shoppings decorados com Noeis logo depois do Dia das Crianças, isso em outubro!, e acabamos embarcando nessa ansiedade tão bem dirigida a vendas gordas? Considerando que esses cenários permanecerão até janeiro, teremos apenas 9 meses entre o Natal 2010 e o 2011. E assim, impactados mais uma vez, chegaremos ao próximo outubro exclamando o chavão da hora: Nossa, mas já é Natal novamente!
Vou soltando o freio de mão aos poucos e hoje então, no primeiro dia de dezembro, abro as portas à contagem regressiva para a visita de Papai Noel. Na porta, as boas-vindas ao clima da festa no tom que mais gosto: lúdico.
Panelinhas e utensílios de cozinha em miniatura são paixão que não mede idade.
Reuni vários deles ( hoje tão acessíveis em lojas de 1,99 que precisei um esforço extra para não encher o cesto com suas variedades) em volta de uma guirlanda de palha.
Preenchi os intervalos com bolinhas foscas e brilhantes...
e com florzinhas montadas nas sementes de eucalipto como as que ensinei aqui.
Há poucas horas no seu lugar, não me canso de namorar a fofura rosa-amarela-lilás, saudando a menina que mora em mim, aquela que me dá o norte dos prazeres e ancora a alegria, também nessa época de certas melancolias.
Mas quem não combina com nenhuma tristezinha, e me avisou muito antes do calendário que o Natal vem chegando, dispensa as chamadas marqueteiras, acorda devagarinho, no seu tempo, no final de novembro...
e explode em estrelas, como fogos de artíficio, numa festa merecida para quem renasce apenas uma vez no ano, apenas no Natal, e para minha felicidade, no meu jardim.
Que tenhamos um mês de alegrias verdadeiras! Amém!

domingo, 28 de novembro de 2010

Como pintar mandalas em vidro (PAP)

Então, como prometido, hoje vamos criar uma mandala em conjunto. Você aí segue meus passos daqui e juntos podemos entrar nessa roda e nos divertir bastante. Topou o convite? Tomara que sim. Acha que é difícil? Como em quase tudo, a primeira vez talvez, na segunda nem tanto, e logo, logo você "domará" as tintas e linhas e se sentirá seguro na arte de "mandalar". O velho consellho aquele também vale: quanto mais exercitamos, mais ganhamos qualidade na técnica e habilidade para soltar a criatividade.
O que precisamos: círculo de vidro (neste caso, com 12cm de diâmetro) com um furo (as vidraçarias cortam e furam sob encomenda), 1 tubo de glitter dimensional da Acrilex ouro ou prata, pincel fininho, tinta verniz vitral Acrilex em diferentes cores, álcool, acetona e um diagrama de mandala. Digitando "mandalas para colorir" no Google imagens, mergulhamos numa infinidade de opções. Para começar, é a maneira mais fácil, já que desenhar a própria mandala requer algum conhecimento de geometria. Mas se você quer uma peça com diagrama exclusivo, existe o recurso de imprimir a mandala escolhida e eliminar algumas linhas, ou acrescentar outras. Pronto, o resultado será totalmente diferente do original e seu trabalho, único. Veja o exemplo na primeira foto, onde simplificamos a mandala tirando algumas linhas. Observe também o tamanho do gráfico, que deve ser compatível ao do vidro. Outra possibilidade é usar apenas o miolo da mandala para fazer uma peça pequena, como esta do post.
Vamos ao trabalho?
Passo 1: limpar o vidro com paninho de algodão embebido em álcool.
Passo 2: colocar o vidro sobre o gráfico fixando com um rolinho de fita adesiva no centro para não sair do registro.
Passo 3: definir as linhas com o glitter dimensional e deixar secar.
Passo 4: começar a pintar, do miolo para fora.
Dicas:
O verniz vitral deve ser espalhado e não pincelado em cada área demarcada.
Não economize na tinta. O bom resultado se consegue preenchendo as áreas como se fossem "lagoinhas" (expressão da aluna Melinda na oficina de ontem que adorei) usando bastante tinta.
Nao esqueça de limpar o pincel com acetona na troca de cores.
Projete as cores inicialmente ou deixe as cores se escolherem conforme a mandala vai ganhando sua identidade.
Procure pintar bem junto às linhas, cuidando também para não invadir o relevo.
Depois de finalizada a pintura, deixe secar por 24 horas.
A peça pode ser considerada pronta nesta etapa, ou ganhar acabamento e "fricotes" com canetinhas douradas ou prateadas (de preferência, da marca Signus): pontinhos, círculos, arabescos...
Se optar por fazer os detalhes, a peça deve ir ao forno do fogão (microondas, não!), em temperatura alta, por somente 2 a 3 minutinhos. Desliga-se o forno e deixa-se a mandala ali até esfriar.
Passo 5:
Para pendurar a sua mandala, prefira fio de aço usado em pescaria, que vem em rolos de 10m e é vendido em lojas de artigos de pesca. O fio de nylon é uma alternativa, mas mais suscetível a acidentes, já que resseca quando exposto ao tempo e pode arrebentar.
Use miçangas e pedrinhas nas cores da mandala para compor uma peça harmônica. Observe o "canudinho" que junta o fio ao vidro. Esta pecinha, que acompanha o fio de aço, deve ser fechada com alicate, da mesma forma na alça da outra ponta, que servirá para colocar a mandala no gancho da parede ou teto.
E aí está a "moça", prontinha!
Escolha um local bem iluminado para colocá-la para "abrir" as cores da mandala.
Fico aqui torcendo para que tenha conseguido contagiar os amigos do Amém com a minha paixão pelas "redondas". Se fizer, não me roube essa alegria e me mostre, tá?
Para saber um pouco mais sobre o que as mandalas podem fazer pela gente, a Dani, do Banana Craft, tem um post legal, aqui. Fica também o agradecimento a ela pela força na divulgação da nossa oficina de ontem. Para quem mora na região, um segundo convite: estão abertas as inscrições para nova oficina de mandalas, dia 9/12, no Boa Nova, em São Leopoldo. Entre em contato pelo rosanasperotto@hotmail.com.

Um domingo bem colorido a todos! Amém