Dormiram um sono comprido na sua caixa, mas não nunca esquecidos, foram acordados neste dezembro para, dessa vez, colorirem a porta enfileirados.
Ganharam muitos corações de cenário (tentativa de disfarçar a pintura desbotada da velha porta) e me deram tanta alegria com seu retorno.
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Volta e meia dou uma olhadinha para a turma de gnomos e vem aquela estranha impressão de incredulidade de ter sido capaz de criar umas coisinhas tão fofas (olha a modéstia da mãe das criaturas). Sensação bem própria que o distanciamento às vezes promove, mesmo que não se queira. Adoro a crafter da família, exibindo seus corações em fio.
O intelectual, leitor voraz, é sério sem deixar de ser simpático. E a matriarca, com seu traje de lãzinha, garantindo o bolo da galera? Parece reger os mais novos com tanta serenidade.
O casalzinho, pais recém-nascidos dos bebês gêmeos, quase os vejo na rotina puxada de cuidados com os pequenos, mais a lida doméstica, como o papel do papai de abastecer a família com alimentos fresquinhos
Cogumelos e hortaliças é com o agricultor, que também distribui os frutos da colheita. Se não estou enganada, ele se perde de amores pela mocinha do seu lado, que assim como ele, ama e protege a natureza. Definitamente, tenho um pé no território do povo pequeno e o meu Natal só vibra de encantamento com eles por perto.
Que eles se encarreguem de promover aos quatro cantos a alegria da união no Natal e em 2012. Amém.