quarta-feira, 3 de julho de 2013

Domingo "colorex"


Numa arrumação no armário da cozinha na semana passada, reencontrei uma preciosidade lá no fundo: o prato de bolo Colorex herdado da sogra. Na época, torci o nariz pra ele, mas guardei, afinal, era um presente e provavelmente recheado de histórias de aniversários da família do marido. Na minha casa de menina também tínhamos um desses, que saía da prateleira em todas as festinhas para acomodar as tortas produzidas pela mãe, aquelas que acompanhávamos de perto os passos do preparo e aguávamos até a hora de saborear. 
Domingo meu prato antiguinho voltou à cena como cama de uma receita também vintage.  O Brigadeirão, que a  exemplo do Quindão, é barbada de fazer: aqui.
Antes disso, preparei o bolo de pêssego que Jamie Oliver chama de pudim, numa adaptação livre (rs) de outra adaptação, enfim, uma anarquia culinária que teve final feliz. Substituí os pêssegos in natura por pêssegos em calda que também estavam perdidos no armário. O resultado é um bolo de massa bem leve e úmida, perfeito tanto no chá ou café da tarde, como na sobremesa, nesse caso, melhor ainda se servido morninho com sorvete de creme. A receita está aqui.
Porque gosto que me enrosco de publicidade antiga, tão reveladora do modo de viver de cada época, ri muito quando reencontrei o slogan da Santa Marina para sua linha de louças:
"Se não for Colorex, não é Colorex".
Que não nos falte cor, sabor e bom humor. Amém.

3 comentários:

Rosana Remor disse...

Eu tenho uma travessa Colorex lá na praia,ganhei da mãe faz tempo.E uso com carinho!!E viva aqueles que tem alegria de recordar o que é bom!!Beijos.

Meire Melo disse...

Amei seu post! sou Colorexmaníaca e tenho garimpado peças por todo lado! Mil abraços (vou tentar fazer o brigadeirão)!

Meire Melo disse...
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