quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Férias (deliciosas) de 24 horas - 1º capítulo

Necessidade urgente de mudar de cenário e câmera na mochila, lá fomos nós, a amiga companheira de outros tantos desbravamentos e eu, rumo às montanhas do vinho. Em pleno meio de semana, porque às vezes a gente precisa (e merece) sair do caminho de todos os dias, a sensação de liberdade ganha aura de aventura.

Já na primeira parada, para um pequeno lanche-almoço, as surpresas começam a dar as caras. Bem que o forno na entrada avisa: italianos comem bem e não economizam nos ingredientes.


E a "torradinha", em berço gringo, chega com tudo e mais um pouco que se tem direito arregalando nossos olhos. As fatias gigantes de pão caseiro, fartamente recheadas de queijo colonial e copa, tomam conta de um prato refratário. Serviria as duas, com certeza, mas não fomos avisadas a tempo e então vamos ao "sacríficio", que venci pela metade.


Mas não só de comida farta vive a peculiariade desse lugar. Em um dos cantos, uma cadeira sobre uma mesa me puxa para perto. A dona do Café explica, enquanto olho e olho a beleza do trabalho: ela e a mãe restauram cadeiras cobrindo-as por inteiro com colagens de papel de revistas e jornais. Peças únicas, com designer e acabamento dignos de figurarem nas melhores revistas de decoração. Artesanato original, nem sempre fácil de se encontrar nas rotas turísticas.


Os tons com suas várias nuances impressas no papel conferem delicadeza e identidade às figuras que vão compondo a colagem, no final envernizada.


Onde fica esse reduto de surpresas? Em Nova Milano, no caminho para Bento Gonçalves (RS).


E é por esse caminho que se chega a outro que já fez bonito até nas telas de cinema: o Caminhos de Pedra, onde nesta propriedade foram filmadas algumas cenas do filme "O Quatrilho", em 1995.



Na Cantina Strapazzon, a casa construída toda de pedra irregular em 1880 é a grande atração, nos levando ao passado dos primeiros imigrantes italianos. Nela conhece-se o processo de elaboração do vinho e, no porão da residência da família, as provas de salame, queijo, copa, graspa, suco de uva, vinho, chimia trazem a tradição colonial ao paladar.


As paredes cobrem-se de reverências aos antepassados.



Como não bebo, outros recursos acordam os sentidos, como "degustar" cada detalhe dos rótulos, arte gráfica de primeira.



E como adoro comer, bem-vindas as provinhas salgadas e doces que só aumentam o dilema: Como escolher o que levar pra casa, Dio Mio?


*No próximo capítulo, outros achados pelo caminho...*

sábado, 12 de setembro de 2009

Um casamento para suspirar


Porque fim de semana merece uma sobremesa caprichada, porque é tempo (feliz) de morangos e porque é bom demais quando eles fazem parceria com merengues (suspiros), aí vai mais uma receita reeditada do Assim e Assado (Jornal VS).
Os ingredientes para os merengues são simples: claras e açúcar. O modo de fazer também, mas com dois importantes segredinhos: o que garante um merengue sequinho e que derrete na boca está no pré-cozimento e na temperatura do forno, que deve ser a mais baixa possível. Com esta receita podemos preparar os ninhos, recheados, mas também os merenguinhos simples.

O que precisa: 1 copo de claras e 3 copos de açúcar refinado peneirado

Como se faz: Numa panela pequena, misture as claras com o açúcar e leve ao fogo bem baixo mexendo até a mistura aquecer e afinar. Tome cuidado para não esquentar demais e cozinhar as claras. Coloque a mistura imediatamente na batedeira e bata até o merengue ganhar volume e consistência de marshmellow.


Forre uma assadeira com papel manteiga. Coloque o merengue num saco de confeitar ou improvise usando um saquinho plástico com a ponta cortada. Faça os ninhos começando pela base e subindo as paredes em círculos. Leve os merengues ao forno com a menor temperatura por cerca de 40 min, o suficiente para secá-los, sem ganhar cor. Se o seu forno não tem a temperatura adequada, deixe-o semi-aberto colocando uma colher de pau na porta. Desligue o forno e deixe os merengues dentro até esfriarem completamente. Retire-os da assadeira e guarde em recipiente bem fechado até a hora de recheá-los.

Um pouco antes de servir, recheie os ninhos com uma colher de nata (creme de leite) e morango, inteiro ou fatiado. E sejam felizes!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Fada-madrinha no Lascivité

A estilista Camila Machado, criadora da marca Lascivité, propôs em seu blog que leitoras se candidatem a Fairy Godmother de uma peça de sua nova coleção. O convite sorriu pra mim, cintilou aos meus olhos. Fui então buscar inspiração nas minhas fadinhas das flores, que voaram rápido até a Lascivité, talvez atraídas pelas lavandas que colorem a atmosfera da loja virtual. E para alegria da turminha aí de cima, e felicidade saltitante de sua criadora, o romântico vestido poá ganhou o nome de Rosana. Honraria nunca antes imaginada. Uma quase ou quem sabe total luxúria (lascivité em francês) para quem transita tão pouco pelo universo da moda. Um toque de varinha de condão que num só aceno vestiu o dia com uma luz especial.
A Fairy Godmother e as "garotas" que posaram para o calendário de 2009 agradecem radiantes e desejam em coro felicidades à Camila e sua equipe.
E para conhecer melhor o trabalho dessa fadinha-costureira, visite o blog: www://bloglascivite.com

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Saindo do forno para a parede (1)

Fazendo de conta que por mágica costurou-se a cena na porcelana...

O gnomo pespontado abriga-se no cogumelo...

Convidando-se para colorir a parede com um dia de sol eterno.
(Prato de parede 30 cm de diâmetro - disponível)

sábado, 5 de setembro de 2009

Recado do pomar para a vida andar

Kiwis suculentos, cultivados ali na serra, protagonizam as sábias palavras de Flora (e poderia ter outro nome quem percebe a alma da natureza com tamanha sensibilidade?)
"É preciso prezar a coragem das sementes. Apodrecer para inaugurar o fruto."
(Flora Campos Queirós)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 pétalas

Quando o sete aparece nas mandalas,
talvez estejamos entrando em ressonância com
as antigas tradições sagradas que fazem dele um número especial:
aquele que aplica a espiritualidade à matéria.
(25 cm de diâmetro - disponível)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Presente vivo com cor de milagre

(Clica na foto para ver de pertinho)
Na manhã de quase primavera, a cena em um canto do jardim tirou o meu fôlego, arregalou a menina dos olhos, fez uma festa na alma. De todas as metáforas vivas da natureza, nenhuma outra me é tão cristalina em significado quanto a metamorfose mágica da vida das borboletas. Quem me conhece sabe, é amor antigo e duradouro, muito antes das criaturinhas aladas entrarem na moda. Quem me conhece também conhece a coleção de "coisinhas" estampadas ou em forma de borboletas que me rodeia. Quem conhece esse apaixonamento me traz espécies delas encontradas já sem vida de diferentes lugares, transportadas com cuidado em vidrinhos. Quando me entregam, quero voar até seu coração para um beijo de agradecimento. Também recebo notícias frequentes das que vivem longe: - Não imaginas a borboleta que vi lá em ... Lembrei tanto de ti! Presentear essa amiga borboleteira, os amigos também sabem, é barbada: borboletas são sempre muito bem-vindas. E assim, ano a ano a turma cresce, penduradas, adesivadas, pintadas, pelas paredes, móveis, móbiles, almofadas, livros... e mais aquelas que ficam bem juntinho, nos colares, brincos, broches, camisetas, bolsas...
Depois do script primorosamente montado no início do dia, à minha espera a poucos passos da rota, estou certa que Ele também sabe... E vou dormir assim, convencida e exibida com o presente vindo sem data especial, trazendo uma alegria de Natal , como milagre, no primeiro dia de setembro.

O que para a lagarta é o fim do mundo...

o Mestre chama de borboleta.



Talvez essa história de amor com as borboletas tenha se perpetuado aqui, neste bilhetinho, entregue por alguém que na época mal conhecia, num momento difícil da caminhada. Minha linda amiga Marli: o papelzinho está manchado, já foi remendado, mas teu gesto e as palavras continuam novinhos em folha iluminando meu trajeto. Amém!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Paredes floridas customizadas

Ramos de flores de Contact recortados com tesoura e estilete nas áreas menores...

foram "plantados" em vasinhos também de Contact, compondo pequenos arranjos junto com mais folhas e flores miúdas, recortadas e coladas uma por uma...

em grupos de três, na base de uma das paredes do banheiro...

e em negativo, com vasinhos brancos sobre a base azul, no alto do espelho.

Primavera perene, exclusiva!
Valeu esperar para a criatividade acender a luzinha das soluções que, às vezes, não se encontra pronta nas lojas.

domingo, 30 de agosto de 2009

Ruivinhas

Dani coloriu nossos corações de alegria no seu domingo de aniversário

Ganhou a matrioshka-almofadinha criada aqui,
inspirada no look encantador da anjinha ruiva

E passeou feliz com sua Emília... Mãe e filha, cabelos ainda mais açafrão (ou seria páprica ?) banhados pelo Sol aberto, presente do Papai do Céu à aniversariante.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Acelerando para a primavera... desacelerando para o fim de semana

O recado vem do quintal, das laranjeiras que começam a se vestir de noivas, em branco. Acordam em ondas de perfume doce, mais doce ainda de manhãzinha, assim que o Sol desperta os botões entumescidos, e à tardinha, quando se preparam para dormir cheirosas.
Quem entende melhor das propriedades das flores recomenda:
A flor de laranjeira relaxa e ao mesmo tempo não traz sonolência, não impede o movimento, devolve a alegria sem ansiedade, é possível fazer sem pressa... Ação com leveza, irradia energia... Não é à toa que o buquê tradicional das noivas é de flor de laranjeira, num momento em que precisa se aliviar do estresse e continuar o movimento.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gêmeas

Versão em azuis, rosas e laranja da mandala-mãe do blog
(25 cm de diâmetro - disponível)
“Uma alma gêmea é alguém cujas fechaduras coincidem com nossas chaves e cujas chaves coincidem com nossas fechaduras. Quando nos sentimos seguros a ponto de abrir as fechaduras, surge o nosso eu mais verdadeiro e podemos ser completa e honradamente quem somos. Cada um descobre a melhor parte do outro.” (Richard Bach)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Mãe de peixe... peixinho é


Sim, papéis invertidos nessa casa de filho chef de cozinha e mãe uma simples apreciadora das artes gastronômicas, com uma passagem pelo cake designer. Ainda assim, durante um bom (e delicioso) tempo, fui produtora-editora da página de culinária do Jornal VS, onde trabalho na editoria do caderno infantil. O Assim e Assado tinha a proposta de receitas fáceis, daquelas que não metem medo nem aos iniciantes. Porque foi uma experiência rica, produzida semanalmente, algumas vezes com orientação e puxões de orelha do chef (na época em formação), vou reeditar alguns momentos aqui no blog. E para inaugurar então a sessão vale a pena ver de novo, segue a receita dos Quadradinhos de Geleia, publicada em 28/07/06.

Ingredientes: 1 1/2 xícara de farinha de trigo, 1/2 xícara de açúcar, 1/2 colher (chá) de fermento em pó, 1/2 colher (chá) de sal, 1/2 colher (chá) de canela em pó, 125 g de manteiga sem sal, 1 ovo, 1/4 de xícara de leite, 1 xícara de geleia de goiaba ou morango, 1/3 de xícara de açúcar de confeiteiro

Modo de preparo: Peneire a farinha, o açúcar, o fermento, o sal e a canela. Acrescente a manteiga aos pedacinhos até que a mistura adquira uma consistência granulada. Adicione o ovo e o leite e misture bem. Espalhe a metade da massa numa assadeira pequena untada (30cm x 20cm) e, por cima, a geleia. Deixe o restante da massa cair às colheradas sobre a geleia. Asse em forno quente por 30 minutos. Depois de morno, corte em quadradinhos e polvilhe açúcar de confeiteiro.

Hum... enquanto digitava a receita, deu uma vontade daquelas de relembrar também o gosto bom desse bolinho tenro. Então, acho que vale a pena vestir o avental...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Marketing de mãe

Corujice e tietagem explícitas com meu chef

sábado, 22 de agosto de 2009

Jujuba, inço e gnomo

Amigos, alguns, vão e voltam para o nosso cotidiano sem nunca terem saído de nossas vidas. Assim é com Jujuba, colega lá no início da jornada, amiga logo depois e que agora, quase 20 anos na frente, retorna à cena no mesmo ambiente de trabalho. Tão doce quanto o apelido, tem me abastecido de delicadezas que brotam em volta da sua casa, no mato, como gosta de lembrar, como sonhou. - Ai, que coisa mais linda! - paraliso na frente da sua mesa com os olhos fixos na garrafinha com a flor estranha. - Ah, isto é inço lá em casa. - Como assim? Desde quando bromélia é inço, amiga? Tens um tesouro nas tuas terras e não me contavas!
Amigos costumam dividir seus tesouros, mesmo quando não são assim tão abundantes como as flores da "floresta" da Jujuba. Então, na sexta-feira, encontrei um buquê de "inço" colorido ao lado do teclado. Surpresa de quem acordou mais cedo para colhê-los - pensei e me derreti. Quando fui ajeitá-los à tardinha em casa, olhei para o lado e encontrei o gnomo adesivado na vidraça. Estranho, algumas coisas que nos acompanham por muito tempo parece que ficam invisíveis... - Há quantos meses não te via, criatura - falei com os botões encarando o duende que mora aqui desde aquela época da chegada da Jujuba na minha história. Primeiro presente seu que já projetava o roteiro da amizade. Apostando que ela não deve mais lembrar dele, aí está ele abrindo o post de hoje para surpreendê-la. Obrigada, Ju! Que a nossa alma menina, ajustada a nossa (pequena) estatura, nos garanta continuarmos assim: criançonas que se renovam com surpresas e acreditam, sim, no invisível, como amizades compartilhadas também em longos períodos de silêncio (e em gnomos, por que não?).
O recado do povo pequeno continua aqui, há duas décadas, na minha janela
Será obra deles, jardineiros silenciosos no quintal de sua casa, essas filhas excêntricas das bromélias nativas? Palitos de fósforos gordos, rosa antigo e azul único, pura vanguarda com designer de Deus

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fogo do sul

Porque o inverno continua e enquanto ele reinar por aqui os fogões a lenha seguem acesos...

Na cozinha dos amigos que recebem com almoço preparado sem pressa, no ritmo das brasas

Na tenda de produtos da colônia na BR 116, em Picada Café, cozinhando pinhões para os viajantes
Na minha sala, colorindo de laranja quente as noites geladas

"Já sugeri que teologia é coisa que deve ser feita na cozinha. Claro que não é qualquer cozinha. Cozinha de microondas e fogão a gás não serve. Sei que é mais prático. Fogão a lenha é coisa complicada. É preciso muita arte para acender o fogo. E é preciso cuidado para que ele não se apague. Mas que sonhos me faz sonhar um forno de microondas? Que sonhos me faz sonhar um fogão a gás?" (Rubem Alves)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Picasso também nas palavras

Para iluminar os dias, o recado do gênio não só dos pincéis, ganho de amiga querida.
No espelho, para lembrar que o segredo está no olhar, sempre.

sábado, 15 de agosto de 2009

Com a benção...

das fadas fashions, nascidas aqui na última primavera, um domingo colorido!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A passos de tartaruga

Minhas flores de maio (Schlumbergera truncata ), encantadora imagem do outono, este ano resolveram mostrar que até mesmo na natureza às vezes os ciclos têm outros prazos. Passou maio, depois junho, e com a esperança já desbotada, no final de julho dei mais uma examinada. Minúsculos botões nas pontas das folhas anunciavam a surpresa. E quando agosto entrou, em sintonia os vasos foram se cobrindo assim, de alegria esperada, pelos tons intensos e outros suaves.

Quase pássaros na forma, donas do seu tempo, pura celebração da liberdade.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Morango de mentirinha, histórias de verdade

Moranguinho
"Onde estarás, moranguinho?
Detrás de qual folha tu temes que eu te colha?
Moranguinho, onde estarás?
Deixes minha boca te saborear
Quando a primavera vem, verdejando os montes
Te adivinho no azevém, vizinho das fontes
Te esperei quando era flor
Te guardei com tanto amor
Mas já é hora de provar teu suave sabor
Moranguinho...
Quando a primavera põe luz do sol nos montes
Te procuro desde aqui até o horizonte
Teu aroma te trai, revelando-me onde estás
Vestidinho de carmim, todo em petit-pois..."

Canção para crianças da francesa Anne Sylvestre com versão
em português de Nando d´Ávila,
do CD Póstumo "Ao Vivo, Entre Amigos"

Vô Rudy esteve na família por alguns anos como vô emprestado, emprestando-nos histórias e receitas de vida com sua presença forte e terna. Orgulhava-se de sua habilidade nas lidas da confeitaria, e atribuía a ela a bênção de ter sobrevivido à guerra. Contava que como prisioneiro na Alemanha, fora incumbido de trabalhar na cozinha, e ali desenvolveu um talento que desconhecia. Seus doces caíram nas graças de superiores militares, o que lhe garantiu privilégios, o maior deles, a graça da vida preservada.

Quando batia à nossa porta todo faceiro com o bolo-presente, era a própria imagem desse milagre que é a regeneração da alma, capaz de recuperar a alegria, transmutar a dor em amor. Talvez o Dia dos Pais tenha trazido a saudade para perto, e depois de anos, busquei a receita no caderno e prometi segui-la à risca. E não é que reencontramos vô Rudy pelo sabor inconfundível do seu bolo mármore?! A singularidade está no tempero: noz-moscada e licor de chocolate. A singularidade está no tempero...

Bolo mármore

Ingredientes: 200 gramas de manteiga, 250 gramas de açúcar, 4 ovos, 1 xícara de leite, 500 gramas de farinha de trigo, 2 colheres (sopa) de fermento em pó, raspas de limão, 1 colher (cafezinho) de noz-moscada moída, 1 colher (sobremesa) de essência de baunilha, 3 colheres (sopa) de cacau, 3 colheres (sopa) de licor de chocolate

Modo de fazer: Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até ficar clarinho. Junte os ovos, um a um, e continue batendo. Acrescente a metade da farinha e a metade do leite, e bata. Adicione o restante da farinha com o fermento e o leite e bata mais um pouco. Misture os temperos: casca de limão, noz-moscada e baunilha. Separe um terço da massa e nela misture o cacau e o licor de chocolate. Coloque a massa clara em fôrma de furo central, bem untada e enfarinhada, e por cima a massa de chocolate. Misture levemente as duas massas com um garfo para marmorizar. Leve ao forno alto nos primeiros 20 minutos e baixe para médio por mais cerca de 20 minutos. Faça o teste do palito para verificar o cozimento. Depois de frio, polvilhe açúcar de confeiteiro ou cubra com cobertura de chocolate.


Mas como esse também era um bolo para presente, enquanto assava as agulhas funcionaram para fazer o cobre-bolo. Tule, um crochezinho em volta com miçangas e um morango, petit-pois, como diz a música do Nando, para fazer uma graça à aniversariante, outra mestra-doceira, que dia desses ganha um post só seu.